Um padre centenário: Monsenhor Nicodemos Benicio celebra 100 anos de vida

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30 de junho de 2022. Neste dia, a Diocese de Crato louva e agradece a Deus pelo dom da vida de Monsenhor Nicodemos Benício Pinheiro, que chega ao degrau de seu centenário, no firme propósito de viver a missão. Para comemorar tão honrosa data, reunimos um pouco da história deste grande sacerdote, presente para toda a Igreja diocesana.

Passaram-se cem anos…

Filho de Antônio Benício Pinheiro e Maria Emília Benício Pinheiro, Nicodemos Benício nasceu em 30 de junho de 1922, no município cearense de Jaguaribe. Quase dois anos depois, mudou-se com a família para a cidade de Crato, região do Cariri.

Seus estudos iniciaram ainda em casa, com o auxilio de professores particulares. Depois foi para o Colégio Diocesano e em seguida para o Seminário de São José, onde cursou Humanidades em um período de cinco anos. Logo depois ingressou no seminário da Prainha, em Fortaleza, onde fez seu curso superior de Filosofia e Teologia. Concluiu tudo no fim de 1955.

Conta o próprio sacerdote, que sua vocação foi influenciada, pela vivencia cristã na família, sendo este a sua base, e também sua participação em um Congresso Eucarístico, o qual lhe estimulou vocacionalmente. Foi pelas mãos  de Dom Francisco de Assis Pires -2º bispo de Crato- que foi ordenado sacerdote, no dia 08 de dezembro de 1955, junto de dois colegas: Padre José Honor e Padre Geraldo Vera. Sua primeira missa se deu quatro dias depois, sendo celebrada em Crato.

Dentre suas atividades pastorais, foi vigário substituto em Caririaçu, na Paróquia São Pedro. Logo em seguida, em 1956, foi nomeado vigário cooperador para a cidade de Brejo Santo, onde ficou pouco mais de um ano. Demonstrando copioso zelo pelo rebanho do Povo de Deus, em 1957 foi nomeado Vigário Ecônomo de Parambu (CE), que à época, pertencia à Diocese de Crato, ficando lá até março de 1970.

Depois atuou nas cidades de Jati, Porteiras e Penaforte. Na Paróquia Imaculada Conceição, em Porteiras, trabalhou até novembro de 1995. Continuou então o serviço em Jati e Penaforte, sendo que na última trabalhou até janeiro de 1999, quando assumiu o Pe. José Sampaio Alves. Em decorrência da idade já avançada, ficou pastoreando somente em Jati, que neste período era composta por três capelas e várias comunidades, e posteriormente viria a ser Paróquia Senhora Santana.

Na Paróquia de Jati, foi responsável pela fundação de vários movimentos e pastorais, como o Movimento de Juventude de casais com Cristo, Catequese de crianças e adultos, o fortalecimento do Apostolado da Oração, dentre tantos outros.

Sobre a realização dos propósitos firmados no altar do Senhor, no dia de sua ordenação, Monsenhor Nicodemos diz sentir-se feliz.  “Para mim, trabalhar na Igreja é uma grande honra e felicidade, porque vejo nela a portadora da verdade e sinal de salvação, porque ela é o Sacramento de Jesus”, diz ele.

(Informações colhidas no livro Ungidos do Senhor: Na evangelização do Ceará – Vol III, do autor: Aureliano Diamantino Silveira)

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