Santa Missa abre festejos aos 400 anos do martírio de São Fidélis, co-padroeiro da Sé Catedral de Crato

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Ao cair da tarde deste sábado, dia 24 de abril, na Sé Catedral Nossa Senhora da Penha, em Crato, Dom Gilberto Pastana, juntamente com o pároco e cura da Catedral, Padre José Vicente Pinto, celebram a memória de São Fidélis de Sigmaringa, cujo martírio completará quatrocentos anos em 2022. Por isso, na ocasião, foram abertos os festejos preparatórios a esta data centenária.

Em sua homilia, Dom Gilberto saudou o Padre Maxwell Santos, pároco da única Paróquia de São Fidélis no Brasil, localizada na Diocese de Campo, no estado do Rio de Janeiro. “Peçamos ao bom Deus, que pela a intercessão de São Fidélis, recaia sobre toda a nossa diocese, infinitas graças e que possamos, através do seu exemplo, nos configuramos a Cristo por seu exemplo de vida e santidade com os mais pobres”.

Frei Carlos Maria de Ferrara, líder da missão do Miranda, que fundou a cidade de Crato, como era capuchinho, consequentemente da mesma ordem de São Fidelis, ao construir a primeira capela do povoado a dedicou ao Deus Uno e Trino, à proteção de Nossa Senhora da Penha e de São Fidelis, a quem Dom Fernando Pânico, então bispo diocesano, declarou oficialmente co-padroeiro da Paróquia Nossa Senhora da Penha, em 2014.

Relíquia de São Fidélis de Sigmaringa

Para saber mais:

Nascido em Sigmaringen, Alemanha, em 1578, São Fidélis foi laureado brilhantemente em filosofia e em direito pela Universidade de Friburgo, na Suíça, desempenhando também a função de professor em várias cidades da Itália, Espanha e França, onde ministrava aula aos jovens e nobres. Passou a ser chamado de “o advogado dos pobres”, por defender gratuitamente os que não tinham dinheiro bastante para pagar um advogado.

Após os 34 anos, abandonou tudo e ingressou na Ordem dos Capucinhos, onde se dedicou ao estudo da doutrina e tinha um desejo muito grande de manter sua fidelidade à Igreja, por isso seu nome religioso é Fidelis (do latim fiel). Foi um grande confessor da fé católica e combatia o protestantismo. Por esta mesma razão foi assassinado numa perseguição destes contra a missão que ele estava realizando.

 

Por Seminarista Maykel Galvão, estagiário na Assessoria de Comunicação 

Supervisão: Jornalista Patrícia Mirelly / Assessoria de Comunicação 

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