Pastoral da Aids convoca vigília para o próximo domingo (17)

No terceiro domingo de maio (17), a Pastoral da Aids da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convoca uma vigília em memória dos mortos pela doença. Por causa da pandemia de Covid-19, a indicação é que esse momento seja feito de forma individual (alguma oração, prece) ou utilizando as redes sociais (alguma postagem reflexiva) para sensibilizar as comunidades.

A Vigília é um movimento internacional que iniciou em maio 1983. Um grupo formado por mães, parentes e amigos de pessoas que morreram por causa do HIV, organizou, em Nova Iorque, a Primeira Vigília Pelos Mortos da Aids. Este ano, a vigília chega à 37ª edição e motiva: “No brilho da Luz, Fortalecer a Esperança”. O tema coloca em comunhão as pessoas que faleceram e estão na presença de Deus, com aquelas que cuidam da vida e buscam que os direitos humanos sejam respeitados. Também exorta o fortalecimento da solidariedade, dos laços fraternos, do espírito comunitário e do interesse público, colocando a vida humana em primeiro lugar.

Foto: Reprodução

A Pastoral da AIDS, como serviço da Igreja Católica, segue os passos do mestre Jesus e sonha com vida e saúde para todos. O sonho é que mais nenhuma pessoa se infecte com o vírus HIV e que todos os que já estejam infectados e vivem com AIDS, sejam acolhidos, acompanhados e tenham qualidade de vida garantida. “Eu vim para que todos tenham vida e a que a tenham em abundância”, diz Jesus, no Evangelho.

Ao conclamar uma vigília, a Pastoral quer fazer memória dos mortos em consequência da AIDS, mas também suscitar a solidariedade com as pessoas que vivem e convivem com ela, despertando toda a população para a prevenção.  A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que desde o início da epidemia, em 1981, até os dias atuais, cerca de 38 milhões de pessoas morreram – e continuam a morrer. Essa realidade toca bem de perto as famílias, os filhos, as mães. No Brasil, segundo o Boletim Epidemiológico (BRASIL, 2019), até 31 de dezembro de 2018, 338.905 já faleceram por causa da doença.

Acesse o material disponibilizado para a vigília:

Por: Patrícia Mirelly/ com informações da Pastoral da Aids

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