Missa dos fiéis defuntos na Capela do Socorro: celebrar a esperança que vence a morte

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A comemoração dos finados tem duplo significado: morte e esperança. Ao passo em que tudo é tristeza, ao recordar os entes queridos que já partiram, também traz sinal de esperança, esperança na ressurreição.

Assim foi dirigida a homilia de Dom Gilberto Pastana, bispo diocesano, aos fiéis que participaram da Santa Missa na Praça do Socorro, em Juazeiro do Norte, na manhã desta quinta-feira, dia 2 de novembro. Ele iniciou por sublinhar que “é preciso manter acesa a esperança, para não desanimar”. E assim recordou algumas orientações, oferecidas pelo Evangelho do dia (João 6,37-40): “Mesmo essas lágrimas, que sejam de esperança, de confiança, de certeza de que a nossa vida não termina aqui. Todos nós que cremos no Senhor, temos esta certeza: Deus nos criou para Ele, para o Reino”.

“Hoje” – acrescentou – “é o dia da celebração da esperança, de rezar pelos nossos, aqueles que marcaram a nossa vida e, por isso, deixam saudades, sobretudo, pela herança espiritual”, como fez o Padre Cícero Romão.

Nesta quinta-feira, Dom Gilberto ainda presidiu, na Basílica de Nossa Senhora das Dores, a Missa das nove horas.

Indulgência que retira as penas das almas do purgatório

No Dia de Finados, “aos que visitarem o cemitério e rezarem, mesmo só mentalmente, pelos defuntos, concede-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos. Diariamente, do dia 1º ao dia 8 de novembro, nas condições costumeiras, isto é, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice; nos restantes dias do ano, Indulgência Parcial (Encher. Indulgentiarum, n.13)”.

“Ainda neste dia, em todas as igrejas, oratórios públicos ou semi-públicos, igualmente lucra-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos; a obra que se prescreve é a piedosa visitação à igreja, durante a qual se deve rezar o Pai-nosso e Creio, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração na intenção do Sumo Pontífice (que pode ser um Pai Nosso e Ave-Maria, ou qualquer outra oração conforme inspirar a piedade e devoção).” (pg. 462 do Diretório Litúrgico da CNBB).

Para saber mais: https://blog.cancaonova.com/curitiba/tag/indulgencia-plenaria/

 

Por: Jornalista Patrícia Mirelly

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