O feriado do trabalhador, neste primeiro de maio, foi de luta e resistência para mais de oito mil pessoas que participaram da tradicional Caminhada Fraternidade. Realizada sempre nesta data, este ano ela teve a organização da região forânea 1 da Diocese de Crato, com apoio da Cáritas Diocesana.
O percurso foi cerca de 10 km, saindo cedinho, às 5h da manhã, da Paróquia São Francisco de Assis, em Crato, em direção a Paróquia São Francisco das Chagas, em Juazeiro do Norte. Durante o caminho os fiéis carregaram faixas, cantaram e também refletiram, em uma parada na divisa entre as duas cidades, sobre a proposta da Reforma da Previdência.
“A Caminhada da Fraternidade é um momento de resistência, de luta dos trabalhadores e trabalhadoras. Nós queremos políticas públicas justas que garantam a vida e a dignidade do nosso povo. É um momento em que almejamos e reivindicamos um Brasil melhor, libertado da injustiça, da exclusão, da violência e de todo tipo de realidade que não venha a contribuir para o bem estar do nosso povo”, considerou o padre José Ricardo Sales.
Chegando ao destino final, por volta das oito horas da manhã, todos participaram do Café Comunitário.
Por: Jornalista Patrícia Silva (MTE 3815/CE)
Entrevista: Reginaldo silva
Fotos: André Luis Alves








