Bandeirolas coloridas, uma faixa assinalando a 20ª edição da festa patronal e um grupo de senhoras sorridentes e simpáticas recepcionam os fiéis na Igreja Matriz de São João Bosco, no bairro Triângulo, em Juazeiro do Norte. A festa começou no último dia oito e deve ser concluída neste sábado, dia 17 de agosto, ao fim da tarde, com Missa e procissão solene.
Para preparar bem o coração e celebrar este dia tão ditoso, os paroquianos e outros devotos, vindos da circunvizinhança, acolheram o bispo Dom Gilberto Pastana, nesta sexta-feira, dia 16, última noite da novena.
Fitando a imagem de São João Bosco, ornada com toalha de cetim branco e flores naturais, ao lado da mesa do altar, ouviram, atentos, a catequese do pastor diocesano sobre o sacramento do matrimônio, tendo em vista a segunda semana de orações pelas vocações à vida em família e os 204 anos de nascimento de Dom Bosco, depois de acompanharem a encenação do Evangelho, feita por algumas crianças assistidas pelo Centro de Referência em Assistência Social, CRAS, um dos “noitários” da festa. E, ao fim da Missa, receberam uma bênção especial, extensiva às famílias presentes que, aspergidas com águas, foram “banhadas em Cristo”, para ser “novas criaturas”, como diz um dos cânticos do Hinário Litúrgico.
Matrimônio é circunstância feliz
“O matrimônio é circunstância feliz, na qual duas pessoas dizem ‘sim’ a Deus. E prometem educar os filhos, segundo o ensinamento da Igreja”, exortou Dom Gilberto, na homilia da Missa. A família – reforçou – é a célula mais importante da sociedade. Por isso é uma vocação, mas nem todos são chamados a ela.
Neste sentido, quando um homem e uma mulher sacramentalmente se unem têm uma missão ainda mais desafiadora: dar frutos. E, mais do que isso, educar esses frutos na fé, ensinando-os a viver no mundo, sem ser do mundo. Casar significa comunhão e aproximação, que junta os pensamentos e a vida. É um processo contínuo de “apaixonamento”, permeado de consciência e de liberdade.











