Procissão conclui festa e romaria de Nossa Senhora das Dores em Juazeiro do Norte

Estimados em mais de 100 mil pela organização da festa e romaria de Nossa Senhora das Dores, em Juazeiro do Norte, romeiros e devotos lotaram a frente da Basílica Santuário, a principal praça da cidade e as ruas do centro. Tudo para ver a passagem do “carro-andor” e contemplar a imagem da “Mãe das Dores” e do Coração de Jesus, devoções deixadas por aquele que esse mesmo povo tomou por padrinho: Padre Cícero Romão Batista.

E foi guiado pelo bispo diocesano de Crato, Dom Gilberto Pastana, e o pároco-reitor, Padre Cícero José da Silva, que o carro-andor deu tom à procissão, rodeado por crianças vestidas de anjos. Mais à frente, outros padres das circunvizinhanças e de fora do Estado, seminaristas, agentes de pastorais, movimentos e serviços da Igreja, caminhavam, em cortejo solene, organizados ao lado direito e esquerdo das ruas.

O trajeto durou cerca de duas horas e meia. Mas não se percebia nem cansaço, nem lamúria nos olhos dos peregrinos. Apenas gratidão e desejo de elevar preces. “É a minha mãe no Céu. Eu fico é maravilhada”, disse a aposentada Maria Lucia Estacio. Como ela, devotos de todas as idades se aglomeravam nas calçadas e nas fachadas das casas. Alguns, menos contidos, deixavam escapar lágrimas. Outros se ocupavam em registrar, em celulares e câmeras fotográficas, o cortejo religioso.

Segundo Dom Gilberto, olhando para Maria, todo o povo católico é convidado a contemplar as dores do seu coração, transpassado pelas sete espadas, mas cheio de compaixão materna.

Festa e romaria

Após vinte dias dedicados à Mãe das Dores com missas, procissões, ofícios e recitação de terços, chegou ao fim neste domingo (15) mais uma festa e romaria, com a bênção do Santíssimo Sacramento, seguido de show pirotécnico. Esses festejos do mês de setembro, abrem o chamado “ciclo de romarias”, que culmina com a Romaria de Candeias, no mês de fevereiro.

De acordo com o pároco-reitor, Padre Cícero José, esse ciclo (2019-2020) quer enfatizar a missão do Padre Cícero Romão em Juazeiro, de ser ponte entre os que chegam para fazer parte do que chamou de “grande mutirão”. “Ele era uma ponte ao coração de Deus. Aqui, nós sempre falamos em romarias permanentes. Por isso é que procuramos fazer a mesma experiência que o nosso padrinho fez: tornar esse lugar extensão da própria casa, de encontro e de reencontros”.

Por: Patrícia Mirelly/Assessoria de Comunicação

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