O Domingo da Misericórdia: a Festa nascida no coração do próprio Jesus

O desejo pela propagação da Misericórdia veio do coração do próprio Jesus, que se revelou a uma religiosa polonesa, Irmã Faustina Kowalska, entre os anos de 1931 a 1938. A leitura das mensagens de Jesus a Santa Faustina registradas em seu Diário revelam certa inquietação da parte de Jesus: “Minha filha, fala ao mundo da Minha misericórdia, que toda a humanidade conheça a Minha insondável misericórdia. Este é o sinal para os últimos tempos; depois dele virá o dia da justiça” (D. 848).

Imagem: reprodução

O Diário apresenta também a um personagem misterioso que haveria de provir também das terras polonesas, tornando-se um farol para a humanidade: “Amo a Polônia de maneira especial e, se ela for obediente à Minha vontade, Eu a elevarei em poder e santidade. Dela sairá a centelha que preparará o mundo para a Minha Vinda derradeira” (D.1732). Muitos consideram o Papa João Paulo II, grande promotor da mensagem da divina misericórdia, como aquele que cumpriu essa profecia.

Ainda como Arcebispo de Cracóvia, introduziu a causa de canonização da Irmã Faustina. “Não há nada que o ser humano necessite mais do que a Divina Misericórdia”, afirmou João Paulo II.

A instituição da Festa da Misericórdia

A festa foi instituída através do decreto da Sagrada Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, em 23 de maio de 2000, durante o papado de São João Paulo II, a partir das revelações de Jesus à Santa Faustina. A celebração passou, portanto, a ser intitulada Domingo da Divina Misericórdia, a ser sempre celebrada por toda a Igreja no domingo seguinte à Páscoa.

Santa Faustina, a “Apóstola da Divina Misericórdia”, foi beatificada em 18 de abril de 1993, por São João Paulo II, e canonizada também pelo Sumo Pontífice no dia 30 de abril de 2000.

Santuário Diocesano da Divina Misericórdia

A Diocese de Crato tem a graça de ter, em seu território diocesano, um Santuário dedicado a Divina Misericórdia. A sede é a Igreja-Matriz de Santo Antônio, na cidade de Barro, devido ao extraordinário impulso da devoção e culto à Divina Misericórdia. O Santuário da Divina Misericórdia foi 1º a ser dedicado a essa devoção no Estado do Ceará, o 5º no Brasil e 55º no Mundo.

Em agosto de 2012, por ocasião da Celebração da Crisma, o então bispo diocesano, Dom Fernando Panico fez o anúncio da elevação da Paróquia de Barro ao grau de Santuário: “A partir deste instante a Divina Misericórdia se perpetuará neste lugar, nesta Igreja, por que a mesma será dedicada a Divina Misericórdia, e os raios da Misericórdia se irradiará aos horizontes desta comunidade e por toda a Diocese” disse Dom Fernando.

No ano de 2013, vésperas da Festa da Misericórdia, os católicos da cidade, recepcionaram a chegada da relíquia da primeira propagadora da Divina Misericórdia, Santa Faustina. Atualmente, sua relíquia se encontra no obelisco do altar da misericórdia, junto a relíquia de São João Paulo II, expostas publicamente para veneração dos fiéis e peregrinos que visitam o Santuário.

A Ereção Canônica aconteceu em 7 de abril de 2013, 2º domingo da festa da Páscoa, Festa da Divina Misericórdia. Desde então, Barro se tornou um centro de peregrinação à Divina Misericórdia com os cuidados e zelo pastoral dos sacerdotes e da comunidade de fé.

Por Assessoria de Comunicação

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