Dom Gilberto Pastana de Oliveira

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  • Nasceu em Boim (PA), em 29 de julho de 1956;
  • Ordenado sacerdote em 27 de julho de 1985 na Paróquia Cristo Libertador de Santarém (PA);
  • Ordenado bispo em 28 de outubro de 2005 na Catedral Nossa Senhora da Conceição de Santarém (PA);

Lema Episcopal: “Venha o teu reino (Mt 6, 10a)”

  • Assumiu como bispo diocesano da Diocese de Imperatriz (MA) em 13 de novembro de 2005;
  • Nomeado bispo coadjutor para a Diocese de Crato (CE) em 18 de maio de 2016, e a sua apresentação ao povo ocorreu em dia 17 de julho do mesmo ano em Crato;
  • Assumiu como bispo diocesano da Diocese de Crato (CE) em 28 de dezembro de 2016, onde está atualmente como sexto bispo da Diocese.

Estudos

  • Diplomado em Filosofia, na Universidade Federal do Pará (1977) e no Instituto de Pastoral Regional-IPAR (1978-1982);
  • Diplomado em Teologia (1979-1982) no Instituto de Pastoral Regional-IPAR;
  • Fez mestrado em Teologia Espiritual na Faculdade Teresianum, em Roma – Itália (1990-1992).

Funções antes do Episcopado

  • Vigário paroquial de Santo Antônio – Mojuí dos Campos-PA, (1985- 1987);
  • Reitor do Seminário São Pio X – Santarém-PA, (1987-1990);
  • Coordenador diocesano de pastoral da Diocese de Santarém-PA (1993-1996 e 2002);
  • Coordenador do Departamento de Filosofia e Teologia no Instituto de Pastoral Regional-IPAR, Belém-PA (1996-1998);
  • Vice-reitor do Seminário Maior Interdiocesano São Gaspar, Belém- PA (1996);
  • Vigário paroquial de Nossa Senhora da Conceição, Belém-PA (1997-1998);
  • Pároco de Nossa Senhora Aparecida, Santarém-PA (1993-1995);
  • Pároco de Nossa Senhora de Fátima, Santarém-PA (1999-2005),
  • Vigário geral da Diocese de Santarém-PA (2002-2004);
  • Diretor da Rede Vida de Televisão (2000-2005).

Funções durante o episcopado

  • Bispo referencial para liturgia, CEBs e leigos do Regional NE-V, (2005 a 2016);
  • Presidente do Regional NE-V (2010 a 2015);
  • Bispo referencial para liturgia e CEBs do Regional NE-I (desde 2016).

Brasão Episcopal

Descrição 

Escudo dividido em três partes: retângulos superiores nas cores ocre e branca, respectivamente, e uma parte inferior nos tons marrom e azul. No retângulo superior esquerdo um ramo de oliveira, na cor verde, e no retângulo superior direito o cajado com a letra “m”, na cor amarela; na parte inferior três peixes. Chapéu prelatício com três fileiras de borlas na cor verde, cruz processional dourada, com ametista, comuns do prelado, e faixa branca com a inscrição: “VENHA O TEU REINO”.

Comentário do Frei José Walden de Oliveira, OFMCap

Jesus Cristo recebeu do Pai a missão de salvar a humanidade, elevando-a à santidade; o homem é beneficiário deste grande dom de Deus ao mesmo tempo que é dispensador: os sacramentos, pelo chamado ao serviço junto a uma porção dessa humanidade, simbolizada no ocre da terra. A Oliveira revela sua grandeza através do seu óleo usado na unção dos fiéis, pelos sacramentos, a caminho da santificação. Assim o eleito, que traz consigo o nome da planta na linhagem familiar, consolida sua identidade com o ministério para o qual é também ungido.

Esta identidade está visivelmente expressa no serviço episcopal, intimamente ligado à servidão de Maria, a cuja intercessão o eleito confia sua missão e a quem está identificado em toda a sua trajetória religiosa, ministerial e pastoral, simbolizados no cajado e no “m”, em meio ao branco do infinito do amor de Deus.

Originário das comunidades ribeirinhas do Amazonas e Tapajós, onde sempre exerceu o seu ministério de pescador de almas, o novo bispo é testemunha ocular da fúria dos dois gigantes na disputa pelo mesmo espaço, proporcionado um colorido peculiar, ele agora ouve o novo apelo de Deus e, como Abraão, parte para lançar sua rede em outras terras em busca de novas criaturas, simbolizadas nos três peixes. É nesta atitude de permanente escuta e resposta que o novo bispo se propõe a exercer seu ministério em função da santificação dos homens e não poderia resumir melhor o seu projeto na expressão esperançosa do Pai Nosso: “Venha o teu Reino”(Mt 6,10).

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