Venha o teu Reino: Dom Gilberto comemora 13 anos de Ordenação Episcopal

Obediente à vontade do Papa Bento XVI, que o convocava, por carta, a ser o pastor de Imperatriz (MA), em 28 de outubro de 2005, Dom Gilberto Pastana de Oliveira foi ordenado bispo para a Santa Igreja, inspirado na passagem do Evangelho de São Mateus, “Venha o teu Reino” (Mt 6, 10a)”, propósito que se renova, a cada dia.

Dez anos depois, em 18 de maio de 2016, ele foi nomeado bispo coadjutor para a Diocese de Crato, no Sul do Ceará. A distância de aproximadamente 1.160 km não o intimidou. Obediente à vontade da Santa Sé, confiou, inteiramente, à Providência de Deus. E às terras caririenses, de grandes romarias e piedade popular, desembarcou em 16 de julho do mesmo ano.

No dia seguinte, no trajeto para a Catedral Nossa Senhora da Penha, onde os sinos repicavam, festivos, e uma multidão aguardava, ansiosamente, “aquele que vinha em nome do Senhor”, Dom Pastana – como ficou carinhosamente conhecido – ganhou a afeição do povo. E surpreendeu na cerimônia de apresentação quando demonstrou conhecer bem sobre a história do Cariri, suas riquezas naturais, as primeiras missões realizadas pelos franciscanos capuchinhos, a devoção à Mãe da Penha, sob a invocação de “Mãe do Belo Amor”, as “pessoas boas e santas” que figuram no padre Ibiapina, padre Cícero e na menina Benigna Cardoso.

Esse, no entanto, não foi o único momento de graça e simpatia. Ao manifestar seu desejo de continuar edificando esse “patrimônio da fé” romeira e missionária, “juntando forças e unindo orações, fortificando e criando comunidades cristãs, vivendo e expressando a fé, na comunhão e na participação em pequenas comunidades” arrancou calorosos aplausos da assembleia, que ecoaram na Igreja Catedral – e fora dela.

Em 28 de dezembro, após o anúncio, em cadeira de rádio, que o oficializou bispo diocesano de Crato, as primeiras palavras de Dom Pastana, comentando a nomeação, demonstraram humildade, ao mesmo tempo em que revelaram profundo significado: “Para vocês, eu sou bispo. Com vocês, eu sou cristão”.

Em entrevista aos jornalistas, Dom Pastana, questionado sobre as semelhanças com o Papa Francisco, na simplicidade no jeito de falar, afirmou: “Nós, como consagrados do Senhor, temos que ter clareza desses dois momentos: o da aproximação, da reflexão, da convicção e da criação de valores. Quem tem que comunicar, tem que falar daquilo que nós estamos vendo e experimentando, ouvindo e sentindo. Isso a gente faz no anúncio, na pastoral”.

Por tudo isso e animada por tão grande data – 13 anos de Ordenação Episcopal – a Diocese de Crato, em festa, eleva a Deus hinos de louvor e gratidão, por intercessão de Nossa Senhora da Penha, padroeira desta Igreja Particular, recordando o testemunho de seu pastor diocesano para o serviço do Evangelho e a dedicação ao povo de Deus, na simplicidade que lhe é própria.

Postado por Assessoria de Comunicação

 

 

 

 

 

 

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