Sant’Ana, chamada por Deus a colaborar na salvação do mundo

Na noite deste sábado (28), a comunidade da cidade de Jatí, se reuniu na matriz, para junto ao bispo diocesano, Dom Gilberto Pastana celebrar a última noite do novenário dedicado a Senhora Sant’Ana, padroeira da comunidade paroquial. Além dos paroquianos, participaram deste momento, fiéis vindos das cidades vizinhas.

Tendo em vista o Ano Nacional do Laicato, a temática escolhida para este ano de 2018 foi: “Com Senhora Sant’Ana somos leigos e leigas a serviço do Reino de Deus”. Segundo o pároco, padre Francisco Amós, tendo um papel importante na história da salvação, Santa Ana foi escolhida para ser a mãe de Nossa Senhora, Mãe de Deus. “Ela nos ensina a sermos perseverantes, sempre na graça de Deus, uma vez que ela desejou ardentemente ser mãe e recebeu de Deus essa graça. Seu próprio nome significa: Graça”, disse ele, cheio de alegria. “Esses dias de festa têm sido de muita alegria, com a participação dos fiéis, das comunidades e das pastorais. Só temos que agradecer ao nosso Bom Deus, por tantas graças e tantas bênçãos derramadas nestes dias de festa”, completou.

Durante a homilia, o bispo diocesano destacou o trabalho e a vida dos leigos na comunidade, que participa e professa a sua fé de forma consciente, a exemplo de Santa Ana. “Com ela nós dizemos quem somos. Vocês mostram a identidade de vocês, de leigos e leigas. Lego é aquele cristão consciente, que segue a Jesus porque o encontrou na sua vida e, nesse encontra passa a ser o Senhor da sua história”.

Se esforçando para preservar a sua conduta, o cristão vence o pecado e preserva a sua fé, em Cristo. O cristão deve, assim, procurar viver a missão que lhe foi concedida. “Deus não nos colocou neste mundo apenas para ser mais um, mas nos colocou para cumprirmos uma missão, a serviço do Reino de Deus. Existimos e fomos criados por Deus para vivermos para sempre com Ele”, disse.

História de Sant’Ana

Santa Ana ou Sant’Ana é a mãe de Nossa Senhora e avó de Jesus. Sobre ela, porém, há poucos dados biográficos. As referências que chegam até nós sobre os pais de Maria foram deixadas pele Protoevangelho de Tiago, um livro escrito provavelmente no primeiro Século e que não faz parte dos Evangelhos Canônicos, ou seja, aqueles reconhecidos pela Igreja como oficiais. Porém, o evangelho de Tiago é uma obra importante da antiguidade e citada em diversos escritos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Nissa.

 

Texto/Fotos: Mychelle Santos (Estagiária)

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