Entrada da imagem do padroeiro. (Foto: Patrícia Silva)

Fé e devoção marcam encerramento da tradicional festa de Santo Antônio, em Barbalha

Neste dia de Santo Antônio, 13 de junho, centenas de devotos do protetor dos pobres e padroeiro da cidade de Barbalha, participaram da Missa Solene presidida por dom Gilberto Pastana, na Igreja Matriz, logo pela manhã.

De forma atenta, os fiéis vivenciaram de cada parte da celebração que teve início com a entrada do andor com a imagem do padroeiro, colocada próximo ao altar. Os louvores também eram bem intensos, tudo para agradecer a Deus o exemplo de vida do santo, que é um dos mais populares do Brasil.

“Na procissão de entrada, eu olhava para a imagem de Santo Antônio. Me fixei nesse grande exemplo que ele traz para nós que é a criança no colo. O que foi a vida de Santo Antônio se não a Palavra de Deus? Ele não afastava de si essa palavra. Ele a carregava consigo Jesus. Sempre estava em comunhão com o Senhor. Não fazia o que queria, não pregava o que queria, mas aquilo que o Senhor, que estava com ele, o indicava. Portanto, o cristão não deve desvincular sua vida de Cristo. Só somos cristãos quando carregamos o Senhor conosco. Nossa festa é bonita porque temos que celebrar o Cristo em nós. É assim a vida cristã, nos faz nos unir mais e nos comprometer com a vida e com o amor, a partir de Jesus, esse Jesus que Santo Antônio pregava”, disse dom Gilberto durante a homilia.

Nos momentos finais da celebração, foram abençoados os pães que, tradicionalmente, são entregues aos fiéis após a Missa Solene do padroeiro. Assim, além de alimentar o espirito com o pão da vida, eles também recebem pedaços do pão que alimenta a carne com o compromisso de praticarem partilha.

Dia de festa

A Missa Solene abriu o dia de conclusão da festividade, que teve início em 30 de maio. Durante todos os dias, foi refletido o tema “Com Santo Antônio queremos lutar por uma sociedade justa e fraterna”.

Dom Gilberto e o padre Antônio, (Foto: Patrícia Silva)

A ideia segundo o pároco, padre Antônio José do Nascimento, era propor ao fiéis uma conscientização do papel de cada um diante da discussão proposta pela Campanha da Fraternidade, para que se pudesse obter uma participação mais ativa na luta por direitos e garantias. “É preciso que também façamos a nossa parte, cumprindo com nossos deveres e obrigações em busca de uma sociedade mais justa e fraterna, tal qual Santo Antônio lutou em sua época”, falou.

A programação de encerramento contou também, a tarde, com procissão solene com a imagem do padroeiro por ruas da cidade e bênção do Santíssimo Sacramento no patamar da Igreja Matriz.

 

Por: Jornalista Patrícia Silva (DRT 3815/CE)

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