A vocação de bem-aventurar o mundo e a humanidade

Quando o calendário descortina este mês, ao gosto da Igreja dedicado às vocações, é oportuno recordar aquilo que o apóstolo Paulo, a respeito da missão confiada a cada cristão, filho de Deus, escrevera em carta aos Coríntios: “Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos”.

Neste sentido, a palavra vocação, de origem latina, significa “chamar”. Deus nos chama para edificar o Seu Reino, seja no ministério ordenado – este dispensado aos homens, por meio do diaconato ou sacerdócio -, seja no matrimônio, na vida consagrada – como religiosas (os) consagradas (os) -, ou nos ministérios e serviços da comunidade. Deus nos chama através da Igreja. E nos aguarda. Com paciência. Com amor.

No ano que nos assinala as aparições de Maria, aqui e em Portugal, é preciso, mais do que nunca, ter ouvidos atentos, coração comprometido e mãos dispostas à edificar a sociedade que, de tão acabrunhada pela perversidade, mentira, corrupção e indiferença, clama por vida e dignidade.

Dizer sim ao chamado de Deus é fazer da nossa “casa comum” um centro gerador de uma cultura de paz, na diversidade que nos unifica e nas diferenças que nos igualam; Dizer sim ao chamado de Deus, partilhando o que somos e o que acumulamos com as experiências; Dizer sim ao chamado de Deus para bem-aventurar o mundo e a humanidade; Dizer sim ao chamado de Deus e, desse modo, congregar um grande e poderoso exército, como é desejo do Imaculado Coração de Maria. Seja qual for a vocação a qual somos chamados, importa vivê-la com disposição e autenticidade.

*Patrícia Mirelly, jornalista, teresiana e repórter da Diocese de Crato

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