Interior do Salão da Capela Nossa Senhora Aparecida. (Foto: Patrícia Silva)

3º ano da apresentação de dom Pastana à diocese de Crato é celebrado com uma de suas marcas: a formação

Desde que foi apresentado à diocese de Crato, no dia 17 de julho de 2016, dom Gilberto Pastana vem cumprindo uma intensa agenda de compromissos, dentre eles uma das missões que mais gosta de realizar: formações. E foi exatamente assim, junto ao povo, que ele celebrou os três anos de sua estada no Cariri, completados nesta quarta- feira, dia 17 de julho de 2019, dessa vez junto aos membros das paróquias São Vicente de Paulo e Santo Antônio, em Barbalha.

Era nítido nos olhos dos participantes, todos envolvidos com o serviço litúrgico, tema da formação, a alegria pela presença do bispo e pela data festejada. A quantidade de participantes foi maior que o esperado, e as cadeiras espalhadas no salão da Capela Nossa Senhora Aparecida, no bairro Malvinas, local da formação, não deram conta. Foi necessário levar bancos da igreja, para que todos ficassem bem acomodados. Ainda assim, ficou gente em pé, por causa do tamanho do espaço que, mesmo grande, não cabia mais bancos.

O salão esteve cheio não só de agentes da Pastoral Litúrgica, mas, especialmente, de “ternura e carinho”, como falou o padre Francisco Edvaldo Marques, pároco da Paróquia São Vicente, ao acolher o bispo.

Esse encontro, para ele, foi “um marco na vida litúrgica das paróquias” por ser a primeira vez que um bispo vai ao encontro dos agentes ministrar uma formação sobre este conteúdo. “Vemos este momento, que foi providencial, como uma semente boa, que vai produzir uma boa árvore e nos dá bons frutos”, completou padre Marques.

Formação

Durante o evento, dom Gilberto falou sobre as partes da Missa, destacando a importância da participação da assembleia em cada uma delas. “A comunidade não assiste à Eucaristia, ela celebra. O padre preside, em nome de Cristo, a celebração, mas não é ele que celebra. Quem faz acontecer à eucaristia é toda a comunidade, por isso nela há várias funções. Ninguém assiste uma missa, mas participamos da Eucaristia, que não é um teatro, não é um show, é a celebração da nossa fé, celebração da vida”, enfatizou.

De forma dinâmica, os participantes puderam tirar suas dúvidas sobre os ritos iniciais e a Liturgia da Palavra. As demais partes ficaram para outro encontro. A necessidade de serem entoados cânticos próprios para cada tempo também foi apresentada pelo pastor diocesano, que é também o bispo referencial da Comissão Episcopal de Pastoral para Liturgia na CNBB Nordeste 1.

Comemoração

Após o encontro todos foram convidados para um momento de comemoração pelos três anos da apresentação de dom Gilberto à diocese de Crato. E, em comunhão, cada uma das comunidades contribuiu com refrigerantes, salgados e bolos. Na lateral da igreja foi cantado o “cântico dos parabéns” e todos degustaram dos alimentos partilhados.

“A diocese de Crato está muito feliz com a presença de dom Gilberto em nosso meio. Desde que chegou entre nós, ele tem nos mostrado que tem um coração grande de pastor. Ele é um reflexo do bom pastor, carrega esse coração de bom pastor. Nas conversas, visitas e orientações a gente vem percebendo isso. Para mim, esta é uma de suas principais características”, destacou padre Marques.

 

Por: Jornalista Patrícia Silva- DRT/CE

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